O incidente ocorreu em uma área do estádio com grande aglomeração de torcedores, especificamente nas imediações da arquibancada sul. Segundo informações veiculadas pela imprensa peruana, a situação gerou pânico e correria entre os presentes, levando à necessidade de uma ação rápida por parte dos serviços de emergência. O ministro da Saúde do Peru, Juan Carlos Velasco, comunicou que 17 feridos foram levados ao Hospital 2 de Mayo, enquanto 15 outros foram encaminhados ao Hospital Nacional Arzobispo Loayza, tendo ainda dois pacientes dirigidos a outras unidades de saúde.
Inicialmente, houve rumores de que uma parede da arquibancada teria desabado, o que gerou ainda mais apreensão entre os torcedores. No entanto, Marco Pajuelo, representante do Corpo de Bombeiros Voluntários do Peru, assim como a administração do Alianza Lima, negaram a possibilidade de falhas estruturais serem a causa do trágico evento. O Ministério do Interior também mobilizou mais de 40 bombeiros e 12 veículos para ajudar nas operações de resgate e atender aos necessitados.
Em resposta ao ocorrido, o Alianza Lima expressou suas condolências à família da vítima fatal e solidariedade aos feridos. O clube ativou rapidamente protocolos de emergência para garantir assistência a todos os afetados. Em uma nota oficial, ressaltou que está cooperando com as autoridades na investigação do incidente. Apesar da tragédia, as autoridades decidiram manter o clássico contra o Universitário programado, enquanto investigações estão em curso para esclarecer os detalhes do lamentável incidente.
O Alianza Lima reafirmou seu compromisso em manter a transparência sobre o desenrolar dos eventos e se mostrou firme na intenção de garantir a segurança de seus torcedores em futuras ocasiões. A situação evidencia a necessidade de revisões nos protocolos de segurança e organização em eventos esportivos, sempre visando proteger a integridade física de todos os presentes.
