James Handy, que aos 92 anos deixou um legado inegável em Hollywood, ficou conhecido por seu trabalho em clássicos como “Jumanji” (1996) e “Top Gun: Maverick” (2022). De acordo com relatos do Departamento de Polícia de Los Angeles, um telefonema alarmante feito na manhã de quarta-feira lançou luz sobre uma trágica situação: um homem se identificou como filho do ator e declarou ter cometido um crime, dizendo: “Sou o filho do homem, acabei de matar o homem do pecado”.
Ao retornar de sua caminhada, Gledhill se deparou com policiais em frente à casa de Handy e afirmou ser o indivíduo que eles estavam procurando. As imagens mostram Gledhill vestindo uma camisa social lilás e calças roxas, mas não é possível detectar quaisquer vestígios de sangue, o que levanta questões sobre o que ocorreu entre o crime e sua aparente tranquilidade ao caminhar pela vizinhança.
Quando as autoridades finalmente entraram na residência, encontraram James Handy inconsciente em seu jardim, com uma facada no peito. Apesar de ser rapidamente levado a um hospital, a equipe médica confirmou a morte do ator. Registros recentes indicam que a fiança de Gledhill foi fixada em US$ 2 milhões.
Natural de Nova York, Handy dedicou mais de cinquenta anos de sua vida ao teatro e ao cinema, tornando-se um rosto familiar para diversas gerações. Ele deixou uma marca inconfundível não apenas em grandes filmes, mas também em renomadas séries de televisão como “NCIS: Los Angeles”, “The Closer” e “Cold Case”. A notícia de sua morte foi recebida com pesar por aqueles que o conheciam, incluindo Pam Ellis-Evenas, do Ellis Talent Group, que descreveu Handy como um cliente e amigo “talentoso, humilde e gentil”.
A perda de James Handy não representa apenas a saída de um ator icônico, mas também de um ser humano cuja trajetória tocou a vida de muitos.
