Na manhã desta quarta-feira, dia 4, a cidade de Coité do Nóia se prepara para prestar suas últimas homenagens às vítimas. Parte dos corpos será velada em um ginásio que recebeu apoio da prefeitura, enquanto outras famílias optaram por realizar o velório em suas casas. Este momento é extremamente delicado para os familiares e amigos, que se reúnem para dar apoio uns aos outros em meio a tamanha dor.
Entre os falecidos estão nomes e idades que ressoam nas memórias da comunidade. Adelmo José de Oliveira, de 52 anos, e Claudiana Maria da Silva Bastos, de 45, são alguns dos nomes que agora se tornam parte de uma narrativa de tragédia e perda. Outros, como a pequena Jamilly da Silva Bastos, de apenas 5 anos, e Luiz Miguel Alcântara, também de 4, simbolizam a perda irremediável da inocência. As idades e histórias de cada uma das vítimas refletem a diversidade e a tragédia que desafia a cidade a compreender a magnitude do que ocorreu.
A dor provocada por este acidente reverbera na cidade, que está em luto. Moradores compartilham seus sentimentos de perda e solidariedade, enquanto as investigações prosseguem para esclarecer os detalhes que levaram a essa tragédia. Cada minuto que passa, a comunidade busca respostas e um caminho para lidar com a profunda tristeza que se abateu sobre Coité do Nóia, unindo forças em busca de conforto e cura em tempos tão desafiadores.
