De acordo com relatos do irmão da vítima, Jackson Júnior, uma médica que estava hospedada no local prontamente prestou os primeiros socorros, tentando reanimar Jamerson por várias vezes, auxiliada por um salva-vidas do próprio hotel. Apesar dos esforços para salvar sua vida, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou ao local cerca de 20 minutos após o chamado, momento em que Jamerson já havia falecido. Notavelmente, a família da vítima destacou que não havia um bombeiro civil disponível nas dependências do hotel no momento do acidente, o que muito preocupa sobre as condições de segurança do espaço.
A noiva do casamento, ao perceber a movimentação incomum, foi informada sobre o ocorrido, ao passo que aproximadamente 80 convidados tiveram que ser relocados para um dos restaurantes do hotel, interrompendo bruscamente as festividades planejadas.
Jamerson, que era conhecido por seu trabalho com decorações florais, deixa uma esposa e uma filha de apenas 2 anos. A família agora busca respostas sobre as circunstâncias da descarga elétrica e exige esclarecimentos sobre as condições de segurança presentes no hotel. Este incidente ressalta a importância de se garantir a segurança em eventos, para que tragédias desse tipo não se repitam.
A comoção gerada pela morte de Jamerson não só impactou sua família, como também todos os presentes no evento, reafirmando a fragilidade da vida e a necessidade de maior cuidado em ambientes de trabalho que envolvem riscos elétricos. O episódio se torna um chamado à reflexão sobre a vital importância da segurança nas atividades cotidianas, especialmente em situações que envolvem grandes aglomerações e celebrações.







