Segundo informações preliminares, João Antônio estava afastado de suas funções por motivos relacionados à sua saúde mental. Relatos de colegas indicam que ele se dirigiu diretamente às salas onde as servidoras estavam presentes, executando os disparos em um ato de violência que gerou pânico generalizado entre estudantes e docentes. O ambiente, normalmente de aprendizado e convivência, se transformou em um cenário de horror, com pessoas deixando o prédio às pressas em busca de segurança.
A entrada do Cefet tornou-se um local de lamento e tristeza. Professores e funcionários foram vistos emocionados ao receber a confirmação das fatalidades. O professor Hilário Rodrigues descreveu o ocorrido, ressaltando que João Antônio se dirigiu especificamente às salas das vítimas. Outro docente relatou o desespero da situação: “Você está dando aula… Os alunos ficaram desesperados”, destacando o impacto que a tragédia teve sobre a comunidade acadêmica.
Estudantes também compartilharam suas experiências traumáticas. Jonathan, que estava em uma aula de reforço no momento do ataque, revelou que ouviu quatro disparos antes de ver colegas em estado de pânico. A Polícia Civil investiga minuciosamente as motivações e circunstâncias desse ataque devastador. A comunidade acadêmica do Cefet enfrenta o desafio de lidar com o choque e a dor provocados por este ato insensato de violência, enquanto a busca por respostas continua.









