Um forte dispositivo de segurança foi acionado imediatamente, com agentes do Serviço Secreto e da polícia invadindo o salão de banquetes enquanto centenas de convidados se agachavam sob as mesas, numa cena de desespero. Gritos de alerta ecoaram, e a ordem foi dada para que os presentes se agachassem e se mantivessem longe da linha de tiro. Apesar do caos momentâneo, não houve relatos imediatos de feridos.
Conforme a situação se desenrolava, os organizadores do evento comunicaram que as atividades seriam retomadas em breve, mas os convidados foram mantidos dentro do salão de baile, impossibilitados de sair. Nas imediações do Hilton, a segurança foi intensificada, com ruas bloqueadas e a presença de viaturas da polícia e helicópteros sobrevoando a região. A movimentação foi ainda mais intensa a um quarteirão da Casa Branca, onde foliões e transeuntes foram impedidos de prosseguir devido ao cordão de segurança.
O Washington Hilton, conhecido por sediar o jantar há vários anos, geralmente opera normalmente durante o evento, permitindo a passagem de hóspedes comuns. Porém, incidentes anteriores, incluindo protestos e atos de desordem, já haviam levantado questões sobre a segurança nos espaços públicos do local durante o jantar. Algumas testemunhas relataram ter ouvido entre cinco a oito disparos em meio à confusão.
O agente da lei que confirmou a situação não revelou muitos detalhes adicionais. A procuradora federal Jeanine Pirro, que estava no evento, relatou em um vídeo que após os disparos, o Serviço Secreto assumiu o controle da área e que a prefeita de Washington, Muriel Bowser, juntamente com o chefe de polícia local, estavam a caminho para gerenciar a situação. O evento, que reúne jornalistas, celebridades e figuras políticas, foi abruptamente transformado em uma emergência, deixando incertezas e apreensões entre os participantes.







