As tatuagens foram identificadas utilizando lasers que faziam a pele brilhar levemente, sem danificar os objetos. O arqueólogo Aaron Deter-Wolf ressaltou que a qualidade dessas tatuagens era comparável às tatuagens elétricas modernas. O estudo, publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences, contou com a colaboração de Tom Kaye, da organização sem fins lucrativos Foundation for Scientific Advancement.
Os especialistas afirmam que o uso dessas técnicas não destrutivas pode ajudar a estudar e documentar materiais arqueológicos sensíveis, como as múmias. A descoberta dessas tatuagens nas múmias da cultura Chancay proporciona novas informações sobre as práticas e a cultura desse povo antigo.
As imagens obtidas durante a pesquisa mostram a complexidade e o detalhe dos desenhos tatuados na pele das múmias. Essa descoberta lança luz sobre as práticas de tatuagem na civilização Chancay, além de nos proporcionar insights sobre o desenvolvimento da arte corporal ao longo da história.
Em resumo, a identificação das tatuagens nas múmias da cultura Chancay através de tecnologia avançada representa um avanço significativo para a arqueologia, demonstrando a importância e o potencial das novas técnicas não destrutivas para o estudo de artefatos antigos.
