De acordo com o relato da guarnição que atuou no resgate, diversas tentativas foram realizadas para liberar a criança antes de optarem pelo corte do material metálico. Inicialmente, métodos menos invasivos foram empregados, incluindo a aplicação de vaselina e o uso improvisado de uma garrafa PET. Apesar dos esforços, essas alternativas não tiveram êxito. Durante todo o processo de resgate, a criança, que estava acompanhada de sua mãe, manteve a calma e colaborou com os bombeiros.
Em um esforço coletivo, os moradores locais cortaram um segmento do cano e transportaram o menino para o hospital mais próximo. Lá, contando com o apoio de um enfermeiro, os bombeiros empregaram uma mini retífica para realizar o corte do material. Foram utilizados quatro discos para conseguir abrir o cano e finalmente libertar a cabeça da criança.
A operação, embora delicada, foi bem-sucedida e realizada sem maiores complicações. A criança se encontra em bom estado de saúde e já voltou para casa, onde está sob os cuidados e o alívio dos pais. O episódio, que poderia ter se transformado em uma tragédia, teve um desfecho positivo graças à pronta resposta dos bombeiros e à colaboração da comunidade local.
Este incidente ressalta a importância da vigilância constante durante atividades recreativas de crianças, alertando sobre os potenciais riscos presentes em objetos comuns nas áreas rurais, como os canos de irrigação. Ao mesmo tempo, evidencia o valor dos serviços de emergência e a capacidade técnica dos bombeiros em situações adversas. A comunidade de Capela fica, assim, aliviada com o final feliz do ocorrido, reforçando a necessidade de cuidado e prevenção no dia a dia.







