Suspeito de Mandar Matar Supervisor do CRB se Entrega à Polícia em Maceió e Aguarda Audiência de Custódia

Na noite dessa segunda-feira, 26, um homem identificado como Ruan apresentou-se espontaneamente à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Maceió, sendo señalado pela Polícia Civil como o mandante do assassinato de Johanisson Carlos Lima Costa, conhecido como Joba, supervisor das categorias de base do CRB. O crime, que chocou a comunidade esportiva local, ocorreu na capital alagoana e gerou intensa repercussão nas redes sociais.

Ruan, que chegou à delegacia acompanhado de um advogado, tinha um mandado de prisão em aberto vinculado às investigações do homicídio. Após a formalização de sua apresentação, ele passou pelos procedimentos administrativos necessários e foi submetido a um exame de corpo de delito. O suspeito foi, então, encaminhado à Central de Flagrantes no bairro Tabuleiro do Martins, onde permanece detido sob a custódia da Polícia Civil. Ele aguarda a realização da audiência de custódia, que determinará os próximos passos judiciais em relação à sua prisão.

As investigações da DHPP revelam que Ruan é ex-parceiro da mulher que, supostamente, havia retomado o relacionamento com a vítima, sendo esta a motivação principal do crime. Inicialmente, o caso foi considerado como latrocínio, mas essa hipótese foi descartada conforme as apurações avançaram. O cenário do crime mostra um contexto de ciúmes e desentendimentos pessoais.

Até o momento, apenas uma pessoa foi detida no decorrer das investigações, enquanto outros três suspeitos — incluindo o autor dos disparos e um cúmplice, gentilmente acompanhados por uma mulher que também estaria envolvida — faleceram em confrontos com a polícia durante operações para elucidar o caso. A polícia não desistiu e continua trabalhando firme para esclarecer todos os aspectos do crime e a extensão da participação de cada um dos envolvidos.

A população e as autoridades locais aguardam ansiosamente por mais desdobramentos dessa trágica ocorrência, que traz à tona não apenas a questão da segurança, mas também a complexidade das relações interpessoais que, por vezes, podem culminar em atos extremos de violência.

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