Os primeiros atendimentos na cena do crime foram realizados pela equipe da Unidade de Atendimento ao Local de Crime 1 (UALC1), sob a supervisão do delegado Emanuel Rodrigues. Durante a perícia, foram identificadas 13 lesões causadas por disparos de arma de fogo, atingindo áreas vitais do corpo da vítima, o que indica a brutalidade do ato.
Informações preliminares levantadas pela guarnição militar apontam que dois indivíduos numa motocicleta realizaram os disparos fatais contra Estefane. A rápida ação dos policiais resultou na localização de uma motocicleta Honda CG Titan, com placa SAG-7E15, que havia sido roubada. O veículo foi encontrado a cerca de 100 metros do local do homicídio, embora ainda não tenha sido comprovado seu envolvimento direto no crime. Mesmo assim, a moto foi apreendida para investigação mais aprofundada.
A mãe da vítima foi ouvida pela polícia e revelou detalhes sobre a vida de Estefane. Segundo ela, a jovem não residia mais com a família, não tinha um emprego fixo, e seu envolvimento com entorpecentes e tráfico de drogas poderia ter contribuído para sua morte. Apesar de frequentemente se meter em conflitos, ela não soube indicar possíveis suspeitos para o crime, tendo recebido a notícia da tragédia por uma vizinha.
Até o momento, os registros policiais consultados não indicam antecedentes criminais da vítima. A investigação permanece em andamento, com a Polícia Civil intensificando as diligências para identificar e capturar o segundo suspeito envolvido no crime hediondo, ampliando a busca por mais provas que possam esclarecer as circunstâncias do assassinato e as motivações por trás dele.
