Suposto avistamento de onça-preta na Ermida Dom Bosco é esclarecido; animal é, na verdade, um gato, afirma Instituto Brasília Ambiental.

Na tarde deste domingo, o assunto que dominou as conversas nas redes sociais foi um suposto avistamento de uma onça-preta na Ermida Dom Bosco, localizada no Lago Sul, no Distrito Federal. O Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) foi acionado após o vídeo do animal circular nas plataformas digitais, gerando alarme na comunidade local. No entanto, a confirmação posterior do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) trouxe alívio: o que parecia ser um felino de grande porte era, na verdade, um gato.

Os agentes do BPMA realizaram um patrulhamento na área por volta das 11h30, buscando não apenas o animal avistado, mas também qualquer tipo de evidência que pudesse indicar a presença de uma onça, como pegadas ou restos de presas. A equipe, no entanto, não encontrou nenhum indício que sustentasse a hipótese de um grande felino na região.

A Ermida Dom Bosco está situada em uma zona de transição que combina elementos urbanos com extensa vegetação nativa e corredores de mata, criando um ambiente propício para a circulação de diversas espécies silvestres. Embora a presença de pessoas no local seja frequente, a natureza selvagem circundante pode levar a avistamentos ocasionais de animais, especialmente considerando que a área abriga fauna diversificada.

Diante de nova possibilidade de avistamento, o BPMA orienta a população a acionar o número 190 ou entrar em contato diretamente com a corporação. O batalhão enfatiza que sua função é garantir a segurança das pessoas até que as autoridades ambientais cheguem ao local. Vale ressaltar que a responsabilidade pela captura e manejo de animais silvestres deve ser repassada a instituições especializadas, como o Ibram e o Ibama. Esses órgãos dispõem do conhecimento técnico e das estruturas necessárias para lidar com essas situações de forma adequada e segura.

Esse episódio recente é uma demonstração de como a interseção entre a vida urbana e a natureza pode gerar confusões, mas também destaca a importância do trabalho conjunto entre a comunidade e os órgãos responsáveis pela preservação do meio ambiente.

Jornal Rede Repórter - Click e confira!


Botão Voltar ao topo