Sandro Alex destacou a importância da amizade entre Ratinho Júnior e o ex-presidente Jair Bolsonaro, ressaltando que a gestão do governador foi crucial para importantes investimentos e obras em parceria com o governo federal durante a administração Bolsonaro. “A maior parceria entre o Paraná e o governo federal foi nessa época”, afirmou ele, reforçando que mesmo com o apoio do PSD a Caiado para a presidência, a diversidade de aliados no estado pode levar a diferentes apoiadores, como Flávio, Renan ou Zema.
Questionado sobre os posicionamentos polêmicos de Cristina Graelm, que defende desde o voto impresso até o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal, Sandro procurou manter uma postura conciliadora e garantiu que Graelm será “uma voz combativa” se eleita. Ele enfatizou a necessidade de discutir questões relevantes para o Paraná, como vacinação, mas também destacou que as disputas políticas devem ser tratadas no âmbito do Senado, afastando-se de confrontos diretos com a sua colega.
A escolha de Cristina Graelm como candidata à composição majoritária ocorreu de forma contundente, em cima da hora, enquanto se aproximava o prazo de registro para as candidaturas. Apesar de ter sido considerada para o cargo de vice na chapa, acabou por ser alçada à candidatura ao Senado. A decisão, no entanto, gerou desconforto entre setores próximos ao governador, que temiam que a presença dela pudesse fragmentar os votos da direita, especialmente em relação ao presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, também presente na chapa de Sandro. Essa dinâmica revela a complexa articulação política que se desenha no Paraná, com as alianças sendo constantemente avaliadas e ajustadas à medida que se aproxima o pleito eleitoral.




