Em um extenso fio de tweets, o perfil do STF fez uma linha do tempo explicando as razões que levaram Moraes a tomar a decisão de suspender a rede e posteriormente revogá-la. Foi ressaltado que para atuar no Brasil, qualquer empresa precisa cumprir as leis e respeitar a Constituição. A rede social em questão teria descumprido determinações e decisões judiciais, o que resultou na suspensão de suas atividades até a regularização da situação.
Durante o período de suspensão, o X teria deixado de cumprir ordens judiciais para retirada de conteúdos antidemocráticos, além de ter retirado seu representante legal do Brasil e não ter pago multas referentes ao descumprimento de ordens judiciais. O STF havia intimado a empresa a regularizar a situação dos conteúdos, pagar as multas e restabelecer a representação legal no país. Foram realizados bloqueios de contas e bens da empresa para garantir os pagamentos dos valores devidos.
Após um longo processo, com idas e vindas, o X chegou a pagar as multas em uma conta bancária errada, o que contribuiu para o atraso na liberação da rede social. Por fim, com o parecer favorável da Procuradoria-Geral da República e a confirmação do cumprimento de todas as exigências, o STF autorizou a retomada das atividades do X no Brasil. A rede social agora está novamente em operação, cumprindo as determinações legais estabelecidas pela justiça brasileira.
