Castro Smirnov enfatizou a importância de fortalecer os laços científicos entre Cuba e a Rússia, mostrando-se grato pela solidariedade russa em tempos de dificuldades, especialmente devido ao rígido bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos. Este bloqueio, segundo o neto do líder revolucionário, tem como objetivo “destruir o povo cubano”. Ele caracteriza a situação em Cuba como “muito grave”, uma vez que as operações do governo dos EUA têm se intensificado, criando um cenário desolador para a população cubana.
Além de discutir os desafios enfrentados por sua nação, Castro Smirnov defendeu a resiliência do povo cubano. Ele reafirmou a determinação de seus compatriotas em continuar resistindo e lutando pela vitória, que acredita ser inevitável. “Em Cuba, continuaremos a resistir, continuaremos a lutar e temos certeza de que alcançaremos a vitória mais cedo ou mais tarde”, afirmou com firmeza.
Ele também se posicionou contra a inclusão de Cuba na lista de países que, supostamente, patrocinam o terrorismo, feita pelo que considera “governo mais terrorista e assassino”. Afirmou que o que Cuba realmente defende são ideais de justiça, tanto para a ilha quanto para o mundo.
Castro Smirnov utilizou a oportunidade para expressar um agradecimento especial à Rússia, ressaltando que a solidariedade russa é crucial para Cuba enfrentar os tempos difíceis impostos por ações externas, reafirmando, assim, a importância de alianças estratégicas em um mundo repleto de adversidades.
