O advogado dos acusados, Afonso Destri, confirmou a decisão à imprensa na noite de terça-feira, aguardando apenas a certidão do julgamento e a expedição dos alvarás de soltura. O laboratório em questão foi interditado após a revelação dos falsos resultados negativos para o HIV, o que levou à contaminação dos pacientes.
Além disso, outros erros do laboratório vieram à tona, como o caso de uma jovem de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, que realizou um exame de Fator RH em 2022 e teve um resultado incorreto. A paciente foi informada que seu tipo sanguíneo era O Negativo, mas sua mãe confirmou que ela era RH O Positivo desde a infância. Novos exames em outros laboratórios corroboraram a versão da mãe.
Outro caso relatado foi o de uma jovem que realizou um exame de gravidez em 2022 e recebeu um resultado positivo online. No entanto, ao retirar o documento pessoalmente, foi informada de que não estava grávida. Meses depois, uma ultrassonografia confirmou a gravidez, evidenciando mais um erro do laboratório.
Diante dessas falhas, o laboratório enfrenta sérias críticas e questionamentos sobre a qualidade de seus serviços. A situação levou a investigações mais aprofundadas e à interdição do estabelecimento de saúde. Agora, com a decisão de soltar os sócios, o caso continua sendo monitorado de perto pelas autoridades competentes.







