Além de falar sobre o caso de Maduro, a presidente mexicana abordou a questão da exportação de petróleo para Cuba, país que enfrenta severas sanções e pressões dos Estados Unidos. Sheinbaum delineou as estratégias que o México está considerando para continuar enviando petróleo à ilha, apesar das ameaças de tarifas impostas por Washington a nações que decidirem atender a Cuba. Ela sublinhou que o México possui o pleno direito de fornecer combustível ao país caribenho, por motivos tanto humanitários quanto comerciais.
Nesse contexto, a situação de Cuba se torna ainda mais crítica. Recentemente, o petroleiro russo Anatoly Kolodkin chegou à ilha com 100 mil toneladas de petróleo bruto, conforme confirmado pelo Ministério dos Transportes da Rússia. Esta ação reflete a complexidade da crise energética que Cuba está enfrentando, resultante da escassez de combustíveis e das restrições internacionais.
As declarações de Sheinbaum sinalizam uma abordagem mais solidária e pragmática do México em relação à política externa, mostrando disposição para ajudar Cuba em um momento de necessidade. A insistência em proteger os interesses econômicos do México enquanto colabora com a ilha sugere um equilíbrio delicado que a administração busca manter diante das pressões internacionais, especialmente em relação aos Estados Unidos.






