No primeiro dia de competição, os surfistas alagoanos participaram da triagem, com oito atletas masculinos e seis femininas buscando uma vaga para integrar o circuito. Os destaques locais Amando Tenorio e Vidda Cavalcanti já estavam classificados e competiram nas etapas com status QS 3000. A competição contou com surfistas que já representaram o Brasil no World Surf League Championship Tour (CT) e atletas olímpicos que participarão das olimpíadas de Paris no Taiti.
Segundo a secretária de Estado de Turismo de Alagoas, Bárbara Braga, sediar um campeonato de surfe no litoral alagoano promove o turismo de eventos, demonstrando a capacidade do estado para sediar eventos desse porte e impulsionando o fluxo turístico nas cidades. Eventos esportivos como esse movimentam toda a cadeia turística, desde bares e restaurantes até microempreendedores locais, gerando emprego e renda para famílias alagoanas.
A Praia do Francês, conhecida pelos tubos e pelas ondas desafiadoras, recebeu grandes nomes do surfe brasileiro e sul-americano, movimentando o litoral sul do estado. Com surfistas da Argentina, Peru, Equador e Brasil, o campeonato definiu o campeão e a campeã sul-americanos da WSL, além de classificar atletas para o Challenger Series, circuito de elite da WSL.
Além das competições, durante os cinco dias de evento, foram realizadas atividades gratuitas para o público, como aulas de yoga, surfe, ginástica, dança e um espaço kids. O escritório WSL Latin America também promoveu ações ambientais e de preservação da natureza na Arena do evento, tornando a competição não apenas um momento esportivo, mas também de integração e conscientização ambiental.





