A pesquisa também investigou o impacto de possíveis apoios de figuras políticas influentes. O cenário em que Moro recebe o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro mostraria um aumento ainda maior em sua popularidade, com 52,1% dos entrevistados afirmando que votariam nele. Por outro lado, se Requião Filho tivesse o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sua intenção de voto ficaria em 30,6%. Guto Silva, caso contasse com o respaldo do atual governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), teria 6,1% das intenções.
Em um eventual segundo turno, Moro lidera com 58,4% em comparação a 38,7% de Requião Filho, enquanto os votos brancos ou nulos totalizam 2,9%. Se confrontasse o atual prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PDS), Moro também se destacaria, com 57,9% das intenções contra 22% de Pimentel, mas neste cenário, a taxa de votos nulos saltaria para 20,1%.
No que tange à corrida presidencial, a pesquisa mostra que no Paraná, 52% dos entrevistados indicariam o senador Flávio Bolsonaro (PL) como sua escolha para presidente, enquanto 33,5% optariam por Lula. Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) aparecem com 4,8% e 3%, respectivamente.
O levantamento, realizado entre os dias 25 e 30 de março de 2026, entrevistou 1.254 eleitores e apresenta uma margem de erro de 95%. Os dados colhidos refletem um cenário político dinâmico e competitivo no estado paranaense, onde a influência de líderes políticos pode ser decisiva para os rumos da eleição.





