A polícia acredita que dez suspeitos estiveram envolvidos no sequestro, sendo que seis dos sete acusados pelo crime já foram condenados pela justiça. Três pessoas ainda estão sendo investigadas.
O ex-jogador relatou que, após o evento musical, passou na casa da amiga Thaís para presenteá-la com ingressos para o show do dia seguinte. No entanto, ao sair, eles foram abordados por três criminosos, que os levaram para um cativeiro em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.
Marcelinho descreveu que foi agredido com uma coronhada no olho esquerdo pelos sequestradores e obrigado a gravar um vídeo junto com a amiga, no qual deveriam mencionar um relacionamento e vingança para criar uma pista falsa. O celular do ex-jogador foi utilizado para extorquir familiares.
Uma denúncia anônima levou a polícia ao cativeiro, onde uma mulher chegou a ser presa, mas foi liberada posteriormente por falta de evidências. Mais de nove meses após o sequestro, a justiça condenou seis dos sete réus, sendo que o sétimo foi preso em agosto deste ano.
Os condenados enfrentam penas que variam de 21 a 28 anos e respondem por crimes como associação criminosa, roubo, extorsão mediante sequestro, estelionato e lavagem de dinheiro. Três suspeitos atualmente detidos estão sob investigação por envolvimento no caso.
O ex-jogador e sua amiga conseguiram sobreviver ao sequestro e, mesmo após um ano, as marcas do ocorrido permanecem, porém a justiça tem atuado de forma incisiva para punir os responsáveis e buscar justiça para as vítimas.





