Ao anunciar sua separação nas redes sociais, Mariana expressou sua frustração com a dinâmica do relacionamento, insinuando que Badarik se acomodou às comodidades que a vida a dois lhe proporcionava. “Parece que é um karma meu”, disse ela, numa declaração que ressoou com seus seguidores. Por outro lado, Badarik fez um apelo emocional em suas plataformas sociais, lamentando a impossibilidade de ver suas duas filhas, Varuna, de cinco anos, e Hima, de dois, e questionando as razões por trás da medida protetiva. Ele indagou: “Meus filhos têm direito a um pai. Medida protetiva é algo delicado. Por que não me investigam, então? Não escutaram minha versão”.
O contexto pessoal de Badarik é ainda mais complexo. Natural da Colômbia, ele vive no Brasil onde atua como professor de ioga. Recentemente, sua vida ganhou novos contornos ao ser acusado de furtar um anel de prata de um estande durante um festival em Ipoema, no distrito de Itabira (MG). Segundo relatos, ele foi abordado por seguranças do evento, e no dia seguinte, ao retornar ao local, o anel foi encontrado em seu carro. Após sua prisão, ele obteve liberdade provisória em junho, mas sob a condição de cumprir medidas cautelares, como se apresentar à Justiça quando convocado e manter seu endereço atualizado no processo.
Em uma conversa ao vivo no Instagram, Badarik falou sobre sua detenção e o processo judicial que enfrenta, insinuando que as acusações contra ele são infundadas. “Fiquei preso, e não saí por fiança. O consulado da Colômbia que me soltou”, revelou, destacando sua insatisfação com a velocidade das investigações: “Não aguento e têm dois meses que as investigações não andam, porque essas acusações são inventadas”. O desfecho dessa história ainda é incerto, mas as emoções e os desafios enfrentados por ambos os lados tornam evidente que esse capítulo de suas vidas está longe de ser resolvido.





