Senador Otto Alencar prevê aprovação de Jorge Messias no plenário após desempenho positivo na CCJ do Senado para vaga no Supremo Tribunal Federal.

Na última sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o clima girou em torno da confirmação de Jorge Messias como indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF). A sabatina, que culminou na aprovação do advogado-geral da União com um placar apertado de 16 votos a favor e 11 contra, teve o respaldo do presidente da comissão, Otto Alencar, do PSD da Bahia. Alencar avaliou de forma positiva o desempenho de Messias, ressaltando sua capacidade de responder às perguntas dos senadores com clareza e serenidade.

Otto Alencar se mostrou otimista em relação à próxima etapa do processo de aprovação, que requer o aval do plenário do Senado. A expectativa é de que a votação ocorra ainda nesta quinta-feira. O senador acredita que Messias possui o apoio necessário para conquistar a aprovação, uma vez que necessita de pelo menos 41 votos favoráveis dos senadores.

“Jorge Messias demonstrou um conhecimento jurídico sólido e tem um currículo que o qualifica para o cargo de ministro do STF”, declarou Alencar, ressaltando a confiança na indicação do advogado. Para ele, o desempenho na CCJ antecipa um desfecho favorável na votação plenária, e, em sua análise, “ele vai passar” com os votos suficientes para a confirmação.

Além disso, Alencar usou a oportunidade para refutar certos comentários acerca da suposta oposição de outros senadores à indicação de Messias, especialmente em relação ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União de Amapá. O presidente da CCJ argumentou que não observou nenhum movimento de Alcolumbre que indicasse uma tentativa de barrar a confirmação do indicado.

Dessa forma, o cenário fica mais claro para a próxima votação, que pode marcar um importante passo para a composição do STF. A expectativa é que os senadores ponderem os méritos e a capacidade de Jorge Messias durante a sessão plenária, tendo em vista a relevância da decisão que moldará o futuro do Judiciário brasileiro.

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