Conforme informações obtidas, foi registrado um boletim de ocorrência pela Polícia Civil do Distrito Federal, caracterizando o caso como lesão corporal. A técnica de radiologia afirma que, durante o exame, houve uma falha na administração de um contraste devido a um bloqueio no acesso venoso, o que levou à interrupção do procedimento. Ao entrar na sala de exames para verificar a situação, a profissional percebeu que o contraste havia se espalhado pelo braço do senador. Em resposta, segundo sua versão, Malta a agrediu fisicamente.
O Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal expressou seu repúdio em relação ao episódio, destacando que ações de violência contra trabalhadores da saúde são inaceitáveis. O órgão também ressaltou que qualquer agressão deve ser rigorosamente investigada e que a segurança dos profissionais deve ser garantida em todas as circunstâncias.
Por outro lado, o senador Malta categoricamente negou as acusações, chamando-as de “absurdas” e “mentirosas”. Ele se defendeu em um vídeo compartilhado em suas redes sociais, explicando que o cateter utilizado no exame foi colocado de forma inadequada e que, em consequência, ele sentiu dor intensa quando o contraste foi aplicado erroneamente. Malta disse que a falta de comunicação foi a verdadeira culpada pelo ocorrido e afirmou que não tocou na técnica. Além disso, revelou que um responsável do hospital procurou-o para pedir desculpas pelo incidente.
No que diz respeito à sua saúde, o senador está internado após ter apresentado um quadro de pressão baixa que o levou ao hospital. Ele relatou ter se sentido mal durante uma conversa no Congresso e está sob observação médica para descartar possíveis causas neurológicas e cardiovasculares, incluindo a suspeita de um Acidente Isquêmico Transitório (AIT).
Malta permanece determinado a buscar Justiça e afirmou que pretende levar a situação até as últimas consequências legais, mantendo sua posição como a verdadeira vítima neste episódio.







