Alan Rick acusa o STF de usurpar a competência do Congresso Nacional ao colocar em pauta uma questão que, segundo ele, deve ser debatida e decidida pelos representantes eleitos pelo voto popular. Em suas palavras, “a voz do povo está aqui, no Senado e na Câmara dos Deputados”. O senador afirma que o Judiciário não tem o direito de interferir em pautas que não representam os desejos da sociedade e que isso tem gerado uma crise institucional no país.
O senador ressalta o artigo 5º da Constituição, que garante a inviolabilidade do direito à vida, e argumenta que o aborto não é a solução para problemas pessoais ou familiares da mulher, mas sim um atentado contra sua saúde física, mental, emocional e espiritual. Para ele, o Brasil não pode adotar uma “cultura da morte” e o aborto não é a resposta para os problemas de saúde pública do país. Em sua visão, a legalização da prática sobrecarregaria ainda mais o sistema de saúde.
Ao invés de descriminalizar o aborto, Alan Rick defende que o Estado invista na melhoria do processo de adoção no país, tornando-o mais ágil e eficiente, além de garantir um maior acesso a métodos contraceptivos. Ele argumenta que fortalecer as famílias é fundamental para construir uma sociedade mais sólida.
É importante ressaltar que o senador não mencionou a fonte de suas declarações durante o pronunciamento. As informações foram obtidas através de registro da Agência Senado, que permite a reprodução mediante a citação da Agência.





