O senador cearense também destacou a importância da performance realizada por uma artista no Plenário da Câmara durante uma sessão de debates sobre assistolia fetal. A atriz interpretou um feto sendo abortado, provocando repercussão na imprensa e nas redes sociais. Girão atribuiu a declaração polêmica de Lula à atmosfera provocada pela performance.
Além disso, o parlamentar mencionou o caso da deputada federal Fátima Pelaes, que revelou ter nascido após um estupro, questionando a classificação de pessoas concebidas nessa situação como “monstros”. Girão defendeu diversos projetos de lei que tramitam no Congresso para aumentar a pena do estupro e implementar medidas como a castração química.
Por fim, o senador criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, de suspender uma resolução do Conselho Federal de Medicina que proíbe a prática de assistolia em fetos com mais de 22 semanas de gestação. Girão ressaltou a dor causada por esse procedimento e questionou a decisão do ministro, alegando falta de fundamento.
A audiência no Congresso gerou debates acalorados e demonstrou a sensibilidade do tema do aborto e dos casos de estupro no Brasil. As declarações do presidente Lula e as críticas do senador Girão colocaram em evidência a importância do debate sobre o tema e a busca por soluções que respeitem a vida e os direitos das mulheres.





