Para o senador, essa medida só vai dificultar ainda mais a vida dos trabalhadores. Ele argumenta que se um indivíduo se sente representado pelo seu sindicato, ele terá a liberdade de se manifestar e, assim, optar por pagar a contribuição. No entanto, se ele não se sente representado, não deveria ser obrigado a pagar e nem ter que dar qualquer tipo de explicação.
Cleitinho também chamou atenção para o número excessivo de sindicatos existentes no Brasil, chegando a mais de 16,7 mil entidades desse tipo. Ele considera esses números desnecessários, já que em outros países não ultrapassam 2 mil. O senador questiona a relevância desses sindicatos e a sua real representatividade.
Além disso, o parlamentar anunciou que irá apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com o objetivo de restabelecer a forma anterior de pagamento do imposto sindical. Ele também fez um apelo aos demais senadores para que apoiem e assinem a proposta.
Cleitinho ainda criticou a possibilidade de o STF legislar sobre temas como a descriminalização do aborto, ressaltando que a maioria dos brasileiros é contra essa medida. Ele enfatizou que é necessário acabar com a visão de que o STF é quem manda no país.
Diante dessas declarações, o senador Cleitinho demonstra seu posicionamento contrário em relação à retomada das contribuições assistenciais e também mostra sua preocupação com a quantidade de sindicatos existentes no Brasil. Sua proposta de emenda à Constituição visa restabelecer a forma anterior de pagamento do imposto sindical, buscando atender aos interesses dos trabalhadores.
