SENADO FEDERAL – SUS Garantirá Atendimento Integral a Pacientes com Dor Crônica e Cria Dia Nacional de Conscientização sobre a Condição em 5 de Julho

Pacientes que sofrem de dor crônica ganharão um suporte mais robusto no Sistema Único de Saúde (SUS), conforme determina a nova legislação sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A Lei 15.422, publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (8), propõe um atendimento integral a esses indivíduos, além de instituir o Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica, a ser celebrado no dia 5 de julho de cada ano.

A implementação deste atendimento integral ainda está sujeita a regulamentações que devem ser estabelecidas em breve. A lei prevê que os pacientes recebam informações claras sobre os riscos e efeitos adversos dos tratamentos propostos, um passo crucial para garantir que eles possam tomar decisões informadas sobre sua saúde.

O Dia Nacional de Conscientização e Enfrentamento da Dor Crônica será simbolizado pela cor verde, e o governo deverá fomentar campanhas educativas a cada ano nessa data. O objetivo é aumentar a conscientização do público sobre a dor crônica, um problema que afeta milhões de brasileiros, além de estimular a busca por diagnósticos e tratamentos apropriados.

A iniciativa nasceu do Projeto de Lei 336/2024, que foi apresentado pela deputada Bia Kicis e teve aprovação no Senado em maio deste ano. O senador Flávio Arns, que emitiu um parecer favorável ao projeto, enfatizou a importância de discutir publicamente a dor crônica, que, segundo ele, compromete significativamente a qualidade de vida dos pacientes. A dor crônica não apenas limita a autonomia das pessoas, mas também impacta suas relações sociais, configurando um desafio tanto para o sistema de saúde quanto para a sociedade em geral.

Dessa maneira, a criação de um dia dedicado à conscientização tem um papel fundamental na ampliação do debate, na disseminação de informações e na mobilização de profissionais e gestores da saúde. A expectativa é que, com a nova lei, mais pessoas tenham acesso ao atendimento necessário para lidar com essa condição debilitante, promovendo uma melhoria significativa na qualidade de vida dos pacientes afetados.

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