SENADO FEDERAL – Senadores Reagem a Acusações da “Veja” e Defendem Davi Alcolumbre em Plenário: “Sem Provas, Não Vamos Aceitar Intimidações”

Na última terça-feira, 16 de outubro, o Plenário do Senado foi palco de uma vigorosa defesa do presidente do Senado e do Congresso, Davi Alcolumbre, frente às acusações veiculadas por uma revista de grande circulação. Senadores de diversas legendas estiveram reunidos para condenar as alegações, enfatizando a falta de evidências que conectem Davi ao controverso caso do Banco Master.

Durante a sessão, Alcolumbre se manifestou com firmeza, declarando que tomará as devidas providências legais contra aqueles que veicularam as acusações. Ele reiterou sua posição, afirmando que não se deixará “intimidar, ameaçar, constranger ou chantagear”. A postura proativa do presidente do Senado ressoou entre seus colegas, que também expressaram apoio. O ex-presidente Rodrigo Pacheco (PSD-MG) destacou que Davi foi “injustamente envolvido” nas acusações e pediu que as autoridades esclarecessem formalmente a situação, buscando informações oficiais que possam corroborar ou refutar a reportagem.

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) também se manifestou, ressaltando que Davi não interferiu nas ações dos senadores relacionadas ao caso do Banco Master, reforçando que o Senado segue cumprindo seu papel institucional, focado em grandes entregas e avanços.

Por sua vez, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), compartilhou sua própria experiência de ser alvo de acusações na mesma reportagem, anunciando que também buscará medidas judiciais. Ele argumentou que a “leviandade”, seja no âmbito institucional ou na mídia, deve ser seriamente combatida.

O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) reforçou a ideia de que as acusações devem ser fundamentadas e ter origem verificável, especialmente considerando a gravidade dos itens discutidos. O ex-vice-presidente da República, Hamilton Mourão (Republicanos-RS), também se posicionou ao lado de Alcolumbre, oferecendo seu apoio incondicional.

Dentre outros senadores que se solidarizaram com a situação, Camilo Santana (PT-CE), Esperidião Amin (PP-SC), Fabiano Contarato (PT-ES) e outros expressaram preocupação em relação aos desdobramentos das acusações. Amin, em particular, destacou a necessidade de um posicionamento claro por parte da Polícia Federal, do Ministério Público e do Judiciário.

Ao fim das deliberativas, Davi Alcolumbre agradeceu publicamente a seus colegas pelo apoio recebido, reafirmando sua gratidão e o respeito institucional que merece a figura do presidente da Casa. Essa situação não apenas ressalta a vulnerabilidade dos homens públicos a acusações infundadas, mas também a união que pode surgir em momentos de adversidade, em prol da integridade das instituições.

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