SENADO FEDERAL – Senadores aprovam requerimento para sessão especial do Outubro Rosa no Senado, com objetivo de conscientizar sobre prevenção e diagnóstico do câncer de mama.

Os senadores aprovaram, em sessão realizada nesta terça-feira (8), um requerimento para a realização de uma sessão especial em comemoração ao Outubro Rosa. A proposta foi apresentada pela Senadora Leila Barros (PDT-DF) e teve o apoio de outros 22 senadores e senadoras.

O Outubro Rosa é um movimento global de conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, que é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer. A realização de uma sessão especial no Senado visa fortalecer a conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce, que pode aumentar significativamente as chances de cura da doença.

Aprovado o requerimento, a Secretaria-Geral da Mesa (SGM) do Senado ficará responsável por agendar a sessão especial, que tem como objetivo também fortalecer as políticas públicas de prevenção, tratamento e apoio às mulheres que enfrentam o câncer de mama. A proposta é promover não só a conscientização, mas também o empoderamento feminino, incentivando a autopercepção, o autocuidado e a superação de barreiras culturais que ainda dificultam o acesso das mulheres ao diagnóstico precoce.

Segundo o requerimento aprovado, anualmente cerca de 70 mil novos casos de câncer de mama são registrados no Brasil. A realização da sessão especial no Senado é uma forma de chamar a atenção para a importância da conscientização e da luta contra o câncer de mama, além de proporcionar um momento de reflexão e debate sobre as políticas de saúde voltadas para a prevenção e tratamento da doença.

O Outubro Rosa é mais do que uma simples campanha de prevenção, é um movimento que busca promover a saúde e o bem-estar das mulheres, incentivando a busca pelo diagnóstico precoce e a superação dos desafios enfrentados pelas pacientes com câncer de mama. A sessão especial no Senado será mais uma oportunidade de colocar em pauta esse tema tão importante para a saúde pública e para a garantia dos direitos das mulheres.

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