Zenaide Maia enfatizou que, mesmo após o término da campanha Junho Vermelho — que visa incentivar a doação de sangue — a demanda por doações continua alta. As necessidades vão além de cirurgias e emergências, abrangendo também tratamentos oncológicos e diversos outros procedimentos médicos que requerem transfusões sanguíneas. Ela alertou que, especialmente durante o período de férias escolares, o número de doadores frequentemente diminui, enquanto a procura por transfusões se intensifica, criando um cenário preocupante para os serviços de saúde.
Além de convocar os cidadãos a contribuírem com essa causa, a senadora criticou a proposta conhecida como PEC do Plasma, a qual visa alterar a Constituição para permitir que bancos de sangue privados possam comercializar o plasma. Zenaide expressou sua resistência a essa mudança, argumentando que a doação de sangue deve ser vista como um ato de bondade e solidariedade, ao invés de uma questão comercial. “A doação de sangue não é transação, não é negócio; é um ato de fé e de solidariedade da humanidade”, declarou, sublinhando a conexão emocional que esse gesto provoca.
O chamado de Zenaide Maia não é apenas um convite à solidariedade, mas também um alerta sobre a fragilidade dos estoques de sangue, essencial para a saúde e a vida de milhares de brasileiros. Com a necessidade de um compromisso contínuo da sociedade quanto à doação, a senadora espera um engajamento renovado por parte da população, para que todos possam, de forma generosa, contribuir para o bem-estar da comunidade.
