SENADO FEDERAL – Senadora Roberta Acioly Cobra Ações Urgentes para Reduzir Tarifas Aéreas em Roraima, Destaque para Desigualdade Regional e Acesso a Serviços Essenciais

Na última quarta-feira, a senadora Roberta Acioly, do partido Republicanos de Roraima, fez um pronunciamento no Plenário do Senado, onde enfatizou a urgência de ações para a redução dos custos das passagens aéreas no estado. A parlamentar trouxe à tona dados alarmantes do Anuário do Transporte Aéreo de 2025, que revelam que Roraima é o estado brasileiro com a tarifa média mais alta, alcançando impressionantes R$ 1.401,05 por passageiro em cada trecho aéreo.

Em sua fala, Roberta Acioly destacou que, além de informações, há uma necessidade premente de planejamento e compromisso por parte das autoridades competentes. Para isso, ela já apresentou um requerimento ao Ministério de Portos e Aeroportos solicitando esclarecimentos sobre os motivos que levam a essa situação de tarifas elevadas. A senadora também mencionou a importância de se implementar medidas que possibilitem a ampliação da oferta de voos, promovam uma maior concorrência entre as companhias aéreas e, consequentemente, resultem em tarifas mais acessíveis.

“Não queremos apenas explicações. Queremos planejamento, compromisso e resultados. Roraima precisa de mais voos, melhores horários, maior concorrência e políticas públicas que reconheçam as particularidades da Região Norte”, afirmou a senadora durante seu discurso.

Acioly argumentou que o elevado custo das passagens impacta diretamente áreas fundamentais como saúde, educação, trabalho e turismo, dificultando o acesso da população a serviços essenciais. Dada a localização geográfica do estado e as limitações de transporte terrestre, ela ressaltou que a aviação é uma das principais ligações de Roraima com o restante do Brasil.

A senadora não se furtou em abordar o problema maior que envolve a integração nacional e a desigualdade regional. Segundo ela, essa situação tem um peso significativo no orçamento das famílias roraimenses, pressiona custos para as empresas, desestimula investimentos e limita o desenvolvimento do estado. “A distância não pode continuar sendo usada como a única justificativa para penalizar quem vive no nosso estado”, concluiu Acioly, fazendo ecoar a necessidade de uma resposta urgente e eficaz para a questão.

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