Damares discordou veementemente dessas avaliações, que segundo ela, estavam disseminadas na mídia e nas redes sociais, além de serem refletidas no sentimento do Supremo Tribunal Federal (STF). A senadora ressaltou que é o Congresso Nacional que decide sobre a anistia e não o STF, enfatizando que os ministros do tribunal são magistrados e não têm a função de determinar a concessão de anistias.
A senadora apontou que o homem que se suicidou na Praça dos Três Poderes era uma pessoa com sérios problemas de saúde mental e emocional, caracterizando-o como um enfermo. Além disso, ela destacou que durante sua gestão como ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, no governo de Jair Bolsonaro, revisou mais de 13 mil pedidos de anistia que estavam acumulados de governos anteriores, acusando a esquerda de deixar esses pedidos engavetados por anos.
Damares mencionou que a anistia é uma forma de perdão e reparação por erros cometidos pelo Estado, ressaltando que episódios de violência no passado não impediram a concessão de anistias. A senadora questionou a postura e as declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a cúpula do G20, rebatendo dados da FAO e acusando-o de mentir em um fórum internacional.
Por fim, Damares criticou a primeira-dama Janja da Silva por ofensas ao empresário Elon Musk durante um evento do G20 Social, pedindo que sua participação em eventos internacionais seja revista. A senadora encerrou seu pronunciamento com duras críticas à atual primeira-dama, ressaltando a importância do bom senso e da classe em representações internacionais.
