De acordo com a senadora, cortar o financiamento da saúde poderá resultar em mortes evitáveis, enquanto a redução de verbas na educação significaria tirar vagas de alunos nas escolas. Ela ressaltou a importância do Sistema Único de Saúde (SUS), que atende a grande maioria da população brasileira e não deve ser sacrificado em prol de interesses financeiros. Zenaide também criticou as renúncias fiscais concedidas a grandes empresas e bancos, que representam 7% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.
A senadora propôs uma maior arrecadação através da taxação de lucros e dividendos, prática comum em países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ela também questionou os altos gastos públicos com juros da dívida e o sistema de remuneração de sobras de caixa dos bancos, defendendo que esses recursos deveriam ser destinados às áreas sociais.
Zenaide enfatizou a importância de oferecer políticas públicas para aqueles que não têm recursos para se sustentar, criticando a política econômica que, em sua visão, beneficia apenas o mercado financeiro em detrimento da população mais carente. Para a senadora, cortar investimentos nas áreas primárias é o mesmo que minar qualquer possibilidade de desenvolvimento social no país.
Diante dessas críticas e preocupações, Zenaide Maia mostrou-se determinada a lutar contra os cortes de gastos que possam prejudicar a qualidade de vida da população brasileira, defendendo uma maior justiça social e equidade na distribuição de recursos públicos. A senadora encerrou seu discurso ressaltando a importância de se priorizar o bem-estar da população em face de interesses financeiros.






