Para Randolfe, é fundamental que as emendas parlamentares sigam as mesmas regras de contingenciamento aplicadas aos demais recursos orçamentários sujeitos a cortes. O debate sobre a transparência e rastreabilidade desses recursos ganhou destaque após a suspensão das “Emendas Pix” pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, decisão posteriormente referendada por todos os ministros da Suprema Corte.
O projeto em análise no Senado é fruto de intensas negociações entre representantes dos três Poderes, visando estabelecer critérios claros para a utilização e divulgação das emendas parlamentares impositivas. Entre as medidas propostas estão a divulgação dos autores, valores e destinações dos recursos, em conformidade com as disposições constitucionais.
A expectativa é que a votação do PLP 175/2024 ocorra ainda esta semana no Senado, sendo acompanhada de perto pelos parlamentares e pela sociedade. A questão das emendas parlamentares impositivas é de extrema relevância para o funcionamento do sistema político e para a transparência das ações do Legislativo, refletindo o constante diálogo entre os poderes e a busca por maior eficiência na gestão dos recursos públicos.






