O senador, com base em estudos realizados por o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, a Universidade Estadual de Campinas e o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, destacou que a mudança poderia gerar até 4,5 milhões de novos postos de trabalho e aumentar a produtividade em até 4%. “Imagine o reflexo desses números na Previdência Social. Cada novo emprego formal representa um contribuinte a mais para o INSS, resultando em maior arrecadação e um sistema mais equilibrado, que proporciona maior segurança para aposentados e pensionistas”, enfatizou.
Além da perspectiva econômica, Paim também fez uma conexão importante entre a jornada de trabalho e a saúde dos trabalhadores. Ele trouxe à tona dados do Ministério da Previdência Social que relataram que, em 2025, mais de 546 mil pessoas foram afastadas de suas atividades laborais devido a transtornos mentais e comportamentais, como ansiedade, depressão e síndrome de burnout. Valores alarmantes, que revelam uma tendência crescente, com um aumento de quase 16% nos afastamentos por esses motivos em apenas um ano. O senador mencionou que a Previdência já concedeu mais de 3 milhões de benefícios para incapacidade temporária devido a doenças e acidentes do trabalho.
“Garantir mais tempo para descanso, convivência familiar e lazer é um investimento na saúde do trabalhador. Um profissional saudável é mais produtivo, vive com qualidade e demanda menos da Previdência”, concluiu Paim, ressaltando a importância da mudança não apenas para a economia, mas também para o bem-estar social. As declarações de Paim refletem uma preocupação com o futuro do trabalho e a sustentabilidade da Previdência no país.





