De acordo com o senador, a recomendação do Ministério Público reflete uma gestão que não respeitou a Lei de Responsabilidade Fiscal, utilizando práticas questionáveis, como a geração de despesas sem a devida análise de impacto fiscal e realização de gastos sem o devido empenho ou respaldo contratual. Para Marcos Rogério, tais atitudes não são apenas irregulares, mas também irresponsáveis, representando uma quebra de confiança com a população de Rondônia e colocando em risco a estabilidade financeira do estado no futuro.
O senador ainda apontou a falta de obras estruturantes que pudessem justificar o aumento das despesas públicas. Projetos como o Hospital de Urgências e Emergências de Rondônia (Heuro) e melhorias na infraestrutura foram mencionados como promessas não cumpridas, resultando em mais despesas sem benefícios claros para a população.
Além disso, Marcos Rogério criticou a ausência do governo estadual nas discussões sobre a reforma tributária, ressaltando que o governador não apresentou sugestões nem defendeu os interesses regionais junto à bancada federal. Essa postura, segundo o parlamentar, pode prejudicar o desenvolvimento econômico de Rondônia e a manutenção das indústrias locais.
Diante desse cenário de descontrole nas contas públicas e falta de projetos efetivos, o senador Marcos Rogério alertou para a necessidade urgente de mudanças na gestão do estado. A população de Rondônia aguarda respostas concretas e ações efetivas por parte do governo para garantir um futuro mais próspero e sustentável para todos os cidadãos.
