Bittar expressou sérias preocupações em relação ao impacto que a aprovação desse projeto poderia ter na economia e na segurança nacional. O senador alertou para os riscos de uma maior infiltração do crime organizado em setores formais da economia, caso as atividades relacionadas ao jogo fossem legalizadas. Ele ressaltou a dificuldade do país em controlar suas fronteiras e combater o crime organizado, o que comprometeria qualquer tentativa de regulamentação do mercado de jogos.
Em suas palavras, o senador enfatizou: “É óbvio e evidente que o Estado que não controla o seu território, que perde poder para a facção criminosa, que perde parte da economia brasileira para a facção criminosa, vai controlar os cassinos? Evidente que não. E é evidente que esses cassinos vão parar, se não todos, quase todos, nas mãos das facções criminosas. Por isso, o meu voto é ‘não’ para o projeto de lei dos cassinos”.
Diante dessa argumentação contundente, o senador Marcio Bittar se coloca como uma voz contrária à aprovação do projeto que propõe a legalização do jogo no Brasil. Sua preocupação com a segurança, a economia e a ordem pública é evidente em seu discurso no Plenário, no qual ele enfatiza a importância de se pensar nas consequências de uma decisão tão impactante para o país. Resta agora aguardar os próximos capítulos desse debate no Senado Federal.






