As acusações surgiram a partir de um boletim de ocorrência registrado pela enfermeira, que afirma ter sido agredida com um tapa no rosto e alvo de ofensas verbais pelo senador. No entanto, em sua defesa, Malta destacou que não houve qualquer tipo de agressão física e que as supostas acusações não são acompanhadas de provas concretas que comprovem seus termos.
Em sua fala, Maltа enfatizou: “Nunca bati em ninguém, aqui está meu povo, minha família. Eu nunca toquei em nenhuma filha minha porque não houve necessidade de correção. Tive mulheres no gabinete, como deputado estadual e federal, e sempre as respeitei”. Ele ressaltou que, caso houvesse, de fato, ocorrido uma agressão, haveria marcas visíveis ou registros fotográficos do ato, o que não foi apresentado em nenhum momento. O senador se comprometeu a renunciar ao seu mandato caso surgissem evidências concretas de sua suposta conduta agressiva.
Malta prosseguiu esclarecendo que o que ocorreu de fato foi uma falha na administração do contraste, resultando em dor intensa e inchaço em seu braço. O senador declarou que a direção do hospital reconheceu o erro e apresentou desculpas pela situação. Em resposta a essa questão, ele também formalizou um boletim de ocorrência para que fossem apurados os fatos envolvendo seu atendimento no hospital.
Esse caso levanta questões sobre a conduta de autoridades em situações de saúde e a forma como elas interagem com profissionais da área médica, evidenciando a importância do respeito e da ética nas relações entre pacientes e trabalhadores da saúde. O desfecho da investigação ainda é aguardado, à medida que ambos os lados se manifestam sobre os acontecimentos.







