O senador destacou que a aprovação da medida proporcionará segurança jurídica para as famílias que escolhem essa forma de educação. Ele enfatizou que, na ausência de uma legislação federal clara, muitas famílias enfrentam incertezas e riscos, como processos judiciais e até condenações criminais. Malta expressou sua preocupação com a situação das famílias que são alvo de ações legais por optarem por uma modalidade de ensino que, segundo ele, deveria ser respeitada e regulamentada de maneira adequada.
Malta também aproveitou a oportunidade para homenagear as paneleiras do Espírito Santo. No dia 7 de julho, é celebrado o Dia das Paneleiras, uma data instituída por uma lei municipal em Vitória, que tem como objetivo reconhecer e valorizar essa tradição cultural. O senador destacou a importância desse ofício, que preserva um patrimônio cultural significativo que se mantém através das gerações, fortalecendo a identidade capixaba.
Ele ressaltou o talento, a dedicação e o espírito empreendedor das paneleiras, que transformam conhecimentos passados em oportunidades econômicas, contribuindo não apenas para a cultura local, mas também para a economia do estado. O reconhecimento dessas profissionais é um passo fundamental para valorizar e dar visibilidade a uma prática que representa tanto a cultura e a identidade do Espírito Santo.
Dessa forma, Malta chamou a atenção para duas questões distintas, mas igualmente relevantes para a sociedade: a legalização do ensino domiciliar e a valorização do patrimônio cultural. Ambas as pautas refletem diferentes aspectos da vida social brasileira e merecem atenção no cenário político atual.





