SENADO FEDERAL – Senador Izalci Lucas pede união contra autoritarismo e elogia manifestações em apoio a Bolsonaro pelo Brasil.

Em um manifesto contundente realizado no Plenário do Senado, o senador Izalci Lucas (PL-DF) lançou um apelo à união entre parlamentares e cidadãos, visando combater o que classifica como um avanço do autoritarismo no sistema judiciário brasileiro. O pronunciamento ocorreu nesta segunda-feira e foi particularmente direcionado às manifestações que aconteceram no domingo anterior, 7, em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Izalci expressou o seu contentamento com a mobilização, que ocorreu em mais de 60 cidades do país, elogiando a coragem da população em se manifestar e em enfrentar o que considera um clima de medo instaurado pela atual gestão.

O parlamentar destacou a importância dessas manifestações para a democracia, ressaltando que a coragem demonstrada pela população é fundamental para resistir ao que ele descreveu como uma “ditadura” que se instalou no Brasil. “Fiquei feliz, porque o povo está perdendo o medo”, afirmou, sublinhando que é vital que os cidadãos não se deixem intimidar pelas circunstâncias políticas atuais.

Durante seu discurso, Izalci fez referência ao ato de protesto realizado na capital federal, onde os manifestantes expressaram descontentamento em relação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assim como à atuação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Para o senador, a intervenção dos Estados Unidos, por meio da recém-instituída Lei Magnitsky contra Moraes, simboliza uma falha do Brasil em zelar por sua própria independência e pela separação dos poderes.

Izalci conclamou todos a se unirem em prol de um Brasil que respeite a liberdade de expressão e que ofereça garantias de justiça apenas para aqueles que realmente cometem crimes. Ele enfatizou que é um momento decisivo para o país, onde a população deve escolher que tipo de nação deseja construir. O discurso ecoa o apelo de muitos que se sentem contrariados com o que percebem como limitações à liberdade e à democracia em um contexto político conturbado.

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