Durante o processo de análise, a CAE promoveu 21 audiências públicas com representantes do setor produtivo, as quais serviram de base para o relatório apresentado. O senador Izalci propôs 70 alterações no projeto, as quais serão encaminhadas ao senador Eduardo Braga, do Movimento Democrático Brasileiro do Amazonas, que é o relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). No entanto, Izalci defendeu que a regulamentação da reforma tributária também seja discutida e votada pela CAE.
O senador ressaltou que aspectos importantes foram excluídos do texto já aprovado pela Câmara dos Deputados, como os materiais para a construção civil e os cartórios. Além disso, ele mencionou que a Emenda Constitucional 132, que instituiu a reforma tributária, restringiu alguns incentivos, o que motivou a criação de propostas alternativas.
Izalci enfatizou a importância da matéria que está em discussão, afirmando que a reforma tributária e o Imposto sobre Valor Agregado (IVA) são temas que vêm sendo debatidos há mais de 30 anos no Congresso Nacional e que precisam ser aprovados com um texto adequado. Ele ressaltou que o sistema tributário atual do Brasil é complexo, burocrático e gera insegurança jurídica, o que desencoraja investimentos e a atividade econômica.
Em meio a essa movimentação política, o senador fez questão de mencionar que a votação dessa reforma pode ser uma das mais importantes do ano ou até mesmo do mandato, pois é fundamental para o desenvolvimento econômico do país. Izalci Lucas destaca a relevância de se chegar a um consenso e aprovar uma reforma tributária que seja benéfica para todos os setores da sociedade.






