SENADO FEDERAL – Senador Hermes Klann defende foco em geração de empregos e autonomia econômica em políticas públicas contra pobreza e promoção do desenvolvimento social.

Na última terça-feira (2), durante sessão no Plenário, o senador Hermes Klann, do PL de Santa Catarina, apresentou uma forte defesa sobre a importância de políticas públicas que visam o desenvolvimento econômico e a erradicação da pobreza. Em seu pronunciamento, o parlamentar enfatizou que a criação de empregos, o incentivo ao empreendedorismo e a qualificação profissional devem ser os pilares dessas estratégias. Klann reconheceu o valor dos programas de transferência de renda, que são fundamentais para amparar famílias em situações de vulnerabilidade, mas destacou que esses mecanismos não devem ser vistos como soluções permanentes.

Klann argumentou que o verdadeiro sucesso de uma política social se mede não pelo aumento do número de beneficiários, mas pela redução desse contingente. “Não se trata de aumentar a dependência do auxílio estatal, mas de criar condições para que as famílias consigam viver da própria renda, através do trabalho e do esforço”, afirmou o senador. Esse raciocínio reflete uma visão crítica sobre a interação entre assistência social e a promoção da autonomia econômica.

Citando dados recentes de Santa Catarina, Klann mencionou que mais de 112 mil famílias conseguiram sair do programa Bolsa Família entre março de 2023 e maio de 2026, resultado da elevação de sua renda familiar. Para ele, esses números são um indicativo da capacidade da economia local em gerar oportunidades, destacando setores produtivos como a indústria, o agronegócio, o comércio e serviços.

“É mais importante observar quantas pessoas conseguem sair de programas sociais do que quantas entram. Quando uma família deixa de depender de um benefício porque conseguiu melhorar suas condições de vida, isso representa uma vitória não só para a família, mas também para toda a sociedade”, concluiu Klann. Suas declarações trazem à tona a discussão sobre a necessidade de um modelo de desenvolvimento que priorize a capacitação e o empoderamento econômico da população, buscando não apenas a assistência, mas a construção de um futuro mais autônomo e sustentável.

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