Klann argumentou que o verdadeiro sucesso de uma política social se mede não pelo aumento do número de beneficiários, mas pela redução desse contingente. “Não se trata de aumentar a dependência do auxílio estatal, mas de criar condições para que as famílias consigam viver da própria renda, através do trabalho e do esforço”, afirmou o senador. Esse raciocínio reflete uma visão crítica sobre a interação entre assistência social e a promoção da autonomia econômica.
Citando dados recentes de Santa Catarina, Klann mencionou que mais de 112 mil famílias conseguiram sair do programa Bolsa Família entre março de 2023 e maio de 2026, resultado da elevação de sua renda familiar. Para ele, esses números são um indicativo da capacidade da economia local em gerar oportunidades, destacando setores produtivos como a indústria, o agronegócio, o comércio e serviços.
“É mais importante observar quantas pessoas conseguem sair de programas sociais do que quantas entram. Quando uma família deixa de depender de um benefício porque conseguiu melhorar suas condições de vida, isso representa uma vitória não só para a família, mas também para toda a sociedade”, concluiu Klann. Suas declarações trazem à tona a discussão sobre a necessidade de um modelo de desenvolvimento que priorize a capacitação e o empoderamento econômico da população, buscando não apenas a assistência, mas a construção de um futuro mais autônomo e sustentável.
