Durante seu pronunciamento, Girão lembrou que na semana anterior a Segunda Turma do STF decidiu por manter as prisões do pai e do primo de Daniel Vorcaro, o proprietário do Banco Master. As prisões, as quais foram decretadas por Mendonça, estão ligadas a um esquema mais amplo de supostas ameaças e intimidações a diversas pessoas, apontando para a gravidade das ações do grupo.
O senador não hesitou em enfatizar a seriedade da situação ao afirmar que o preço da liberação das prisões seria inaceitável, dada a dimensão dos crimes envolvidos. Ele ressaltou que: “prevaleceu o bom senso para que eles permanecessem presos”, sublinhando que estamos lidando com “a maior fraude do sistema financeiro do planeta”. Essa afirmação reflete a gravidade das denúncias que cercam o caso e a importância de uma resposta judicial contundente.
Girão também citou trechos de um discurso proferido por Mendonça durante o julgamento na Segunda Turma. O ministro trouxe à tona características alarmantes sobre o grupo de Vorcaro, mencionando elementos que revelam a organização criminosa, com “contornos de máfia”, incluindo armamentos pesados e infiltração em estruturas policiais. Essas observações apontam para a complexidade e a periculosidade da situação.
Ao finalizar sua fala, o senador demonstrou apoio ao ministro, afirmando: “O ministro André Mendonça tem o meu mais profundo respeito”. Girão também expressou que milhões de brasileiros estão em oração por Mendonça, indicando a relevância do trabalho que ele está realizando em prol da justiça e da segurança do sistema financeiro nacional. É evidente que a luta contra a corrupção e o crime organizado continua a ser um desafio significativo para as autoridades brasileiras.





