Girão salientou a urgência de se buscar alternativas eficazes para combater as consequências dessas apostas, que têm se proliferado em todo o Brasil. Ele fez um apelo ao Senado, argumentando que a Casa deve tomar medidas drásticas e, em sua visão, a proibição total da jogatina é uma solução necessária. “O Senado tem que consertar isso. Proibir a jogatina, qualquer que seja, no nosso território nacional”, afirmou o senador, sublinhando a gravidade das tragédias associadas a esse tipo de atividade.
Além de abordar a questão das apostas, o senador trouxe à tona denúncias preocupantes relacionadas a gastos públicos no estado do Ceará. Ele criticou a realização de viagens internacionais por membros do Ministério Público, que implicam o uso de diárias, e expressou sua preocupação com os altos valores de contratos firmados no setor cultural com o Instituto Mirantes. Girão defendeu um maior compromisso com os princípios fundamentais da administração pública, como legalidade, impessoalidade, moralidade, transparência e eficiência.
“As denúncias reforçam a necessidade de maior transparência. A sociedade tem o direito de saber qual foi a agenda oficial dessas viagens, quais reuniões efetivamente ocorreram, quais autoridades participaram, e se foram gerados documentos como atas e relatórios”, declarou Girão. Ele enfatizou que estava em busca de informações detalhadas sobre essas missões internacionais e o impacto que tiveram sobre o Ministério Público do Ceará e, consequentemente, sobre a população, reforçando sua demanda de maior accountability nas ações governamentais.





