O senador descreveu essa situação como um “grito silencioso”, que reflete a escassez de oportunidades de emprego e a precariedade das condições laborais que os cidadãos enfrentam no dia a dia. Ele enfatizou que a incapacidade das famílias paraenses de obterem uma estabilidade financeira adequada se traduz em dificuldades para pagar suas dívidas, prejudicando a capacidade de planejar um futuro mais seguro.
Marinho alertou que a crescente taxa de endividamento está intimamente ligada à baixa formalização do trabalho no estado. Para ele, é fundamental que haja um esforço concentrado para fomentar a criação de empregos formais, uma vez que isso não apenas impactaria as finanças das famílias, mas também seria um passo essencial para o desenvolvimento econômico e social de toda a região. O senador defendeu que políticas públicas mais eficazes devem ser implementadas para garantir que os paraenses possam ter acesso a oportunidades dignas de trabalho e, consequentemente, melhores condições de vida.
Em suas colocações, Zequinha Marinho não hesitou em indicar a necessidade urgente de ações que promovam a inclusão social e o fortalecimento da economia local. Segundo ele, as consequências da atual situação econômica podem ser sentidas por muitos anos, o que torna ainda mais imperativo que o governo tome medidas decisivas para reverter essa tendência.
Dessa forma, o alerta do senador transcende as cifras, atingindo o âmago da questão: a qualidade de vida dos cidadãos paraenses está em jogo, e a ação governamental se torna um fator determinante nesse cenário.






