Portinho destacou que, ao invés de cumprir sua promessa de reduzir os impostos, a reforma tributária proposta pelo governo acaba impondo ainda mais custos tanto às empresas quanto aos cidadãos. Segundo o senador, a transição para o novo sistema tributário será extremamente complexa, exigindo dos contadores das empresas lidar com dois sistemas distintos ao longo de décadas.
O senador ressaltou que, ao invés de simplificar, a proposta de reforma tributária apenas reduziu o número de tributos de cinco para quatro, o que não era o objetivo almejado. Portinho enfatizou que a atual proposta não atende às necessidades da população e dos empresários, que esperavam uma medida que realmente os beneficiasse.
Além de criticar a reforma tributária em andamento, o senador também relembrou a importância da lei da Sociedade Anônima do Futebol (SAF), que permitiu a transformação dos clubes nacionais de associações em empresas, atraindo investimentos estrangeiros e aumentando a arrecadação de impostos no setor.
Portinho destacou o impacto positivo que a SAF teve na modernização do futebol brasileiro e solicitou ao governo que proteja esse modelo na reforma tributária em andamento. O senador enfatizou a importância de manter o tratamento especial que a lei oferece às sociedades anônimas do futebol para garantir a continuidade dos investimentos e o desenvolvimento do esporte no país.
Em um cenário de críticas à gestão da reforma tributária e de defesa dos benefícios trazidos pela lei da SAF, o senador Carlos Portinho se posicionou como uma voz ativa na defesa dos interesses dos brasileiros e dos investidores no setor esportivo.
