Durante o seu discurso, Bittar defendeu a posição do prefeito, afirmando que a decisão de vetar o projeto da peça teatral “Papai Noel Gay” foi baseada na preservação dos valores da cultura cristã. Ele argumentou que o uso de recursos públicos para financiar uma peça que desrespeitaria a tradição de um personagem tão importante como o Papai Noel não seria adequado.
Além disso, o senador criticou a postura do Ministério Público, acusando-o de seletividade nas suas ações. Bittar citou o caso das organizações não governamentais (ONGs) que, segundo ele, prejudicam o desenvolvimento local na região amazônica ao impedir a realização de obras e projetos que beneficiariam a população.
Outro ponto abordado por Bittar foi a demora na aprovação do acordo Mercosul-União Europeia, criticando medidas que, na sua visão, favorecem os países ricos em detrimento do Brasil. Ele também mencionou as relações entre o Brasil e a França, destacando imposições que prejudicam o país em termos ambientais e econômicos.
No final de seu discurso, o senador reiterou seu apoio ao prefeito Tião Bocalom e expressou repúdio à acusação de homofobia, ressaltando a importância da liberdade de expressão e do respeito às diferentes opiniões. A controvérsia em torno desse caso sinaliza para a necessidade de um debate mais amplo e plural sobre a diversidade e a tolerância na sociedade contemporânea.






