Amin enfatizou que há um número suficiente de assinaturas para a formação dessas comissões, mas lamentou que o processo de instalação ainda não tenha avançado. Ele destacou a responsabilidade da Mesa do Senado em atender aos requerimentos apresentados e em responder às demandas de investigação que surgem como um clamor da sociedade. Esse apelo não é meramente formal; segundo o senador, é uma questão de respeito ao direito da população de ver os assuntos de interesse público devidamente investigados.
O parlamentar também trouxe à tona questões específicas, como a recente revelação sobre a aquisição de imóveis no valor de R$ 23,4 milhões pela família do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Ele argumentou que essa situação clama por uma investigação minuciosa para esclarecer quaisquer vínculos entre autoridades e operações financeiras relacionadas ao Banco Master.
Em sua fala incisiva, Amin manifestou descontentamento com o lento andamento dos pedidos de investigação e impeachment dirigidos aos ministros do STF. Para ele, essa inação compromete a função legislativa da Casa e fere a confiança pública nas instituições. “Neste trem, que já está acelerado, a CPI do Banco Master não avança, os pedidos de impeachment não tramitam, e a CPI da ‘vaza toga’ continua sem ser instalada, afetando o direito e o dever do Senado em agir”, afirmou, expressando sua preocupação com a falta de respostas adequada para a sociedade. A pressão para que essas questões sejam tratadas com a seriedade que merecem está cada vez mais evidente, e a cobrança por transparência continua a ecoar nos corredores do Senado.





