Essa proposta, batizada como PEC 1/2026, surge em meio a um debate acirrado sobre a necessidade de modernização das regras que regulamentam a previdência social no Brasil. A intenção primordial do senador é aliviar a carga tributária sobre os empregadores, o que não apenas promete reduzir os custos operacionais das empresas, mas também buscar criar um ambiente mais favorável para a formalização de empregos. A expectativa é que essa mudança, ao incentivar a geração de novas oportunidades de trabalho, possa ajudar a combater o desemprego que, historicamente, afeta a economia brasileira em diferentes ciclos.
Além do impacto imediato sobre a folha de pagamento, a proposta também traz em seu bojo a preocupação com a sustentabilidade do sistema previdenciário. A arrecadação baseada no faturamento bruto, segundo Oliveira, proporcionaria uma base de receitas mais estável e previsível, capaz de atender aos anseios de aposentadoria e benefícios previdenciários no longo prazo. Com essa abordagem, o senador aposta em um formato que balanceia a necessidade de formação de capital humano com a responsabilidade fiscal.
Se aprovada, a PEC poderá alterar substancialmente a dinâmica do mercado de trabalho e a relação entre empresas e governo. A proposta, que ainda precisa ser discutida e aprovada pelas comissões do Senado, promete gerar um intenso debate entre os diversos setores da sociedade, incluindo empresários e trabalhadores. O sucesso dessa iniciativa será, portanto, um dos muitos desafios enfrentados pelo novo governo e poderá repercutir em anos futuros, definindo a trajetória da previdência social no Brasil.







