Os participantes da audiência levantaram preocupações sobre a violência e a exploração sexual, temas que ganham relevância especial em tempos de festividades. O Carnaval, conhecido por sua atmosfera vibrante e descontraída, também pode ser um cenário propício para a exposição de crianças e adolescentes a abusos de diversas naturezas. Além disso, o fenômeno da exploração sexual digital foi amplamente discutido, um problema crescente que se manifesta por meio da internet e das redes sociais, expondo os jovens a situações perigosas.
Durante as discussões, especialistas enfatizaram a importância de estratégias efetivas de prevenção, que vão além da proteção imediata. Isso inclui a conscientização das famílias sobre os riscos, bem como a promoção de campanhas educativas que alertem sobre os sinais de abuso. A CDH destacou que é preciso um esforço conjunto entre governo, sociedade civil e familiares para criar um ambiente seguro para os jovens.
Além das questões relacionadas à violência, a audiência também abordou o impacto psicológico que as festas de Carnaval podem ter sobre as crianças e adolescentes. O ambiente festivo, embora alegre, pode ser um estressor para aqueles que já vivenciam situações de vulnerabilidade. Assim, a necessidade de suporte psicológico se torna essencial para garantir o bem-estar dos jovens.
Finalizando o encuentro, os participantes concordaram que é fundamental a implementação de políticas públicas que protejam os direitos das crianças e adolescentes, não somente durante o Carnaval, mas ao longo de todo o ano. A esperança é que, através do diálogo e da colaboração entre diferentes setores da sociedade, seja possível construir um futuro mais seguro e saudável para as novas gerações.







