O novo grupo de trabalho será composto por quatro senadores titulares e quatro suplentes, que se reunirão periodicamente para avaliar os avanços da implementação do acordo, além de analisar os impactos que ele poderá ter nas economias dos países membros do Mercosul, especialmente no Brasil. O tratado, que é considerado um dos mais abrangentes da história das relações comerciais, promete abrir novos mercados para produtos brasileiros e facilitar a troca de bens e serviços entre as duas regiões.
Durante a reunião da CRE, os senadores destacaram a importância desse acompanhamento, uma vez que o acordo não diz respeito apenas ao comércio, mas também passa por questões sociais e ambientais que podem afetar diretamente a vida dos cidadãos. A preocupação com a proteção dos setores mais vulneráveis da economia nacional, bem como com as normas ambientais que devem ser respeitadas, foram temas centrais nas discussões.
Além disso, o grupo terá a tarefa de promover audiências públicas e consultas com diversos setores da sociedade, como a indústria, a agricultura e o comércio. Essa iniciativa é vista como uma forma de garantir que todos os atores envolvidos tenham a possibilidade de contribuir e expressar suas opiniões sobre o acordo.
A expectativa é de que a implementação do acordo traga benefícios significativos para o Brasil, mas é fundamental que o Senado atue de forma proativa para garantir que esses benefícios sejam de fato alcançados e que seja respeitada a soberania nacional em relação às políticas públicas. Com isso, a formação do grupo representa um avanço na busca por uma integração comercial mais robusta e equilibrada.






